As faces são aquilo que os dentes hão-de morder
O lago está onde o amante se atira
Ao outro pela calada da noite
Os lábios estão onde está o sangue
Os olhos são o que os dedos prendem
Sabendo agora o que poda ter sido
Dirão os lábios o que os olhos viram?
poemas
trad. josé agostinho baptista
assírio & alvim
2008
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