Quando somos novos, estamos sempre a contar que o mundo vá acabar. Depois
vamos ficando mais velhos e o mundo continua a bulir e vemo-nos obrigados a
rever a nossa posição quanto ao apocalipse, bem como a nossa relação com o
tempo e com a morte. Percebemos que o mundo vai mesmo continuar, connosco ou
sem nós e sem as imagens que temos dentro da cabeça. E tentamos perceber antes
as imagens.
douglas coupland
a vida depois de deus
trad. telma costa
teorema
1994
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