A vida
perece-se com esses poemas que brotam, a
princípio, intermináveis, retóricos,
grandiosos e banais. Depois vais
corrigindo até deixá-los no pouco que
importa: nos dois versos que dizem o que
todos já sabemos. javier salvago poesia espanhola de agora vol. I trad. joaquim
manuel magalhães relógio d´água 1997
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