muito por cima do horizonte.
Prende as árvores como se fossem molas de roupa,
as terras e os prados caem com a corda
em finas dobras nos meus olhos.
por entre nuvens recolho os secos
campos nos meus braços, para os separar.
alguns poemas
trad. colectiva
poetas em Mateus
quetzal editores
1994

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