escrevia «tu», escrevia «rosa»;
mas nada me pertencia,
nem a memória,
o que ignorava ou que sabia.
pelo mesmo caminho
não encontrava
e lugares vazios:
símbolos, metáforas,
nem corria e a própria morte
era um problema de estilo.
o que sentia, até a
a minha alheia melancolia?
rosa do mundo, 2001 poemas para o futuro
assírio & alvim
2001
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