de seguida foi a asa.
Que mais irás quebrar.
o teu não, o teu
passa-me o açúcar.
abreviar, o latido dos teus sonhos
não me deixa adormecer.
de voltar ao meu rebanho
de feridas e sopores,
em que não te conhecia,
ao supor das tardes,
da dureza do cimento
nem dos modos de quebrar e ser quebrado.
ulisses já não mora aqui
língua morta
2014
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