Está só em cena e não tem nenhum instrumento. Coloca as mãos sobre o peito, lá, onde nasce a respiração e onde se extingue. Não são as mãos a cantarem nem o peito. Canta o que está calado. adam zagajewski sombras de sombras trad. marco
bruno tinta-da-china 2017
Sem comentários:
Enviar um comentário