sem antegosto de inferno
nem sonhos de paraíso.
Amo o que dás, vida eterna!
Amo o que existe, sem remorso.
Se sofro, vida, bem sei
que não mentia o teu sorriso:
puseram grades nas fontes
– mas a vida continua!
noite aberta aos quatro ventos (1943 e 1959)
poesias completas
imprensa nacional-casa da moeda
1993
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