Os pobres da minha terra
tomam banho no rio
e estão de molho na água
um dia inteiro.
Ali há muito ar muito sol muitos borrifos.
Voltam quando é noite
Encontram outra vez as velhas casas
com as cabeças dos gatos aos janelos
e toda a água nos cântaros represa.
tonino guerra
tradução de alexandre o’ neill
a rosa do mundo 2001 poemas para
o futuro
assírio & alvim
2001
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